Verão é sinónimo de Calor mas não só!
- andremmsgrades
- 16 de jun. de 2025
- 3 min de leitura
Boa noite caros leitores, é com alegria que informo que estamos a poucos dias de iniciar o Verão no Hemisfério Norte e, consequentemente, o Inverno no Hemisfério Sul. Mas vou focar-me no Verão, que é a minha estação do ano favorita! Adoro poder ir à praia e tomar banho no mar e ficar bronzeado! No entanto, sabemos bem que o Verão não é apenas calor. Com ele podem ocorrer catástrofes, tal como incêndios ou tempestades. Para além disso, o calor em excesso pode provocar desidratação, apanhar sol demais pode causar, no pior dos cenários, cancro de pele. Por isso, deixo um conselho: Podem apanhar sol e bronzear, mas usem sempre protetor solar e tentem evitar os períodos mais quentes do dia.
Dito isto, neste post, o tema será os incêndios em Portugal e no mundo!
Começando com Portugal, sabemos que, em todos os verões ocorrem incêndios. Também sabemos que alguns anos são piores do que outros, a nível de área queimada, casas e negócios afetados ou de mortes.
Uma informação que espero que a maioria das pessoas esteja ciente: a grande maioria dos incêndios em Portugal, não são causadas apenas por estar muito calor, mas sim por mão criminosa e negligência por parte das pessoas.
Fatores como: Temperaturas muito elevadas; Níveis de humidade muito baixos ou mudanças de intensidade e de direção do vento contribuem para a propagação dos incêndios, e são tidos em conta nos vários índices de perigo de incêndio que existem!
Todos os portugueses se lembram do terrível ano de 2017, faz precisamente 8 anos desde o terrível incêndio de Pedrogão Grande, que afetou vários conselhos do centro de Portugal, e que provocou mais de 60 mortos, cerca de meio milhar de casas e 50 empresas foram destruídas e 43.201 hectares de floresta arderam!

Após o rescaldo e análise do incêndio, a causa apontada pelas autoridades foi trovoada seca (produz relâmpagos mas a maioria da precipitação não chega ao solo) que, conjugada com temperaturas muito elevadas e vento muito intenso e variável fez deflagrar e propagar rapidamente o incêndio.
Para além de Pedrógão Grande, em outubro de 2017 também se registaram incêndios devastadores que se propagaram devido aos ventos fortes provenientes do Furacão Ophelia, temperaturas elevadas e também devido à seca que estava presente na Península Ibérica. Também estes incêndios afetaram vários concelhos de Portugal e provocaram vítimas mortais.
Olhando para o mundo, todos os anos também ouvimos falar dos graves incêndios que ocorrem no Canadá e nos Estados Unidos. Para se ter a ideia, ainda há poucos dias, ouvi nas notícias que o fumo dos incêndios no Canadá tinha chegado cá a Portugal, o que me leva a pensar na dimensão real dos incêndios nesses dois grandes países e quais os impactos que tem na vida dos residentes, da vida animal e florestal que existe nesses locais. Fico genuinamente assustado, se algum dia, tivermos condições que possam despoletar um incêndio ainda superior ao de 2017, e que possa atingir proporções nunca antes vistas.

Também na Europa existem grandes incêndios, seja em Espanha ou França ou nos países mais do sul da Europa, que normalmente enfrentam verões mais quentes e secos.
Esperemos que este ano de 2025, seja um ano com o menor número de incêndios possível e que consigamos proteger a nossa floresta, porque sem ela não conseguiríamos viver!
Se leram até ao fim, fico muito agradecido e convido-vos a estarem atentos ao próximo post! Podem sugerir temas que gostavam que eu abordasse por aqui! Uma boa semana a todos!





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